segunda-feira, 4 de junho de 2018

Ferrari FXX

Se ter uma Ferrari na garagem já é um privilégio para poucos, o que dizer de ser dono de um dos 20 exemplares de uma série exclusivíssima, em que cada um deles não sai por menos R$ 3,8 milhões (1,5 milhões de euros)? Apesar do preço surreal para nós “mortais comuns”, o supercarro já tem fila de espera de compradores. O nome dessa raridade tem apenas três letras, mas tem tudo para entrar para a história da fábrica italiana. Trata-se do FXX, um superesportivo baseado na macchina que leva o nome do fundador da marca do cavalinho empinado, a Ferrari Enzo, lançada em 2004.
E se a Enzo já chamava a atenção pelo design inovador, na FXX, o acréscimo de acessórios aerodinâmicos deixou o visual do modelo ainda mais agressivo. O pacote inclui, entre outros itens, um amplo aerofólio traseiro dotado de defletores ajustáveis nas extremidades e uma entrada de ar na superfície do capô. O fluxo de ar foi otimizado com retirada dos espelhos retrovisores externos e a troca do spóiler dianteiro original por outro com desenho mais arredondado. As saias laterais também contam com entradas de ar, que melhoram a ventilação do conjunto de rodas de aro 19 e pneus Bridgestone, e do sistema de freios de cerâmica Brembo.
Essas mudanças, segundo a Ferrari, proporcionaram aumento de 40% do downforce, a força de sustentação negativa, que age pressionando o carro contra o solo. E para evidenciar ainda mais a esportividade do modelo, a carroceria é cortada no meio por uma faixa branca, que começa no pára-choque dianteiro e termina na tampa do porta-malas.
Debaixo do capô repousa um poderoso motor central V12 6.2 litros, capaz de despejar 800 cavalos de potência a 8.500 rpm, 140 cv a mais que a Enzo. O câmbio, por sua vez, traz as mesmas tecnologias aplicadas em monopostos da F1, tanto que é capaz de fazer trocas de marcha em menos de 100 milissegundos. Outro detalhe que ressalta ainda mais a exclusividade do FXX é o fato de ele possuir apenas um único assento, já que o segundo assento é opcional.
O valor desembolsado na compra uma FXX dá direito a um curso de pilotagem na pista de Fiorano, na Itália, com direito a dicas do pentacampeão mundial de F1 Michael Schumacher, e a participar de competições fechadas com a participação de outros donos de modelos da marca italiana. Como se não bastasse a quantidade restrita e o preço proibitivo, o futuro dono não vai poder se exibir em qualquer lugar ao volante dessa macchina. Ela foi desenvolvida apenas para rodar apenas em pistas de testes e circuitos fechados.


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Mercedes-Benz Classe E Coupé

O propulsor 3.5 V6 do Mercedes Classe E Coupé entrega 272 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 35,6 kgfm, disponíveis entre 2.400 rpm e 5.000 rpm. Se esta potência não for suficiente (e seu bolso aguentar), a marca também oferece, sob encomenda, a versão de acabamento E500, a qual conta com o propulsor V8 de 388 cavalos de potência.
Com o motor 3.5 V6, o Classe E Coupé precisa de apenas 6,4 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, enquanto sua velocidade máxima chega a 250 km/h. O câmbio 7G-Tronic de 7 velocidades permite que a troca de marchas sejam feitas pelo paddle shift (borboletas) no volante. Apesar de seu desempenho esportivo, o conforto é semelhante ao do sedan, obtidos principalmente pelo ajuste automático da suspensão Agility Control.
A lista de equipamentos é bastante extensa, e inclui sistema inteligente para auxílio de estacionamento (com diversos sensores), o sistema de detecção de sonolência “Attention Assist” (o qual é capaz de ajudar o motorista a manter a atenção) além de ser capaz de ler placas de trânsito que alertam o motorista sobre limites de velocidade e indicação de curvas.


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Chevrolet Opala

Em 1966 a GM lança o projeto do primeiro carro brasileiro com a marca Chevrolet, "OPALA". O nome é dado pela fusão de dois produtos da GM no exterior (Opel e Impala).
Após dois anos de expectativa, o Chevrolet Opala é finalmente apresentado ao público brasileiro, no Salão do Automóvel em 1968, precisamente aos vinte dias do mês de novembro. Ele chega em quatro versões, todos quatro portas - Opala com 4 e 6 cilindros e Opala De Luxo também 4 e 6 cilindros, todos excepcionalmente confortáveis para seis pessoas, bancos dianteiros inteiriços, câmbio de três velocidades à frente com alavanca na coluna de direção, painel com poucos instrumentos, amplo porta malas e boa dirigibilidade.
Ambas as versões do Opala possuíam mecânica convencional. O motor refrigerado a água, com válvulas na cabeça e comando no bloco. O modelo 6 cilindros era um dos veículos nacionais mais veloz devido a relação peso/potência e de maior aceleração (0 a 100 em 13,3 s). Dois anos depois (1970), a linha Opala começa a se diversificar - é lançada a versão Opala SS (Separetd Seats ou Assentos Separados) e Opala Gran Luxo com motores mais potentes.
O Opala SS possuía o câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho e faixas pretas, tornando-o mais esportivo.
 
No ano de 1971 surge o Opala cupê, não possuia colunas laterais, o teto puxado para trás e perfil alongado, assim representava uma imagem mais esportiva, de carros compactos. Em seguida desapareceu a versão SS quatro portas, pois pelo aspecto esportivo era favorável sua apresentação em duas portas.
Como opção permanente era oferecido dois tipos de caixa de mudanças: Três velocidades e alavanca na direção, ou quatro velocidades e alavanca no assoalho, onde a segunda opção oferecia maior agilidade, economia de combustível e melhor desempenho, especialmente para os modelos quatro cilindros.
 
 
Foi em 1973 que toda linha Opala sofre as primeiras modificações. A que obteve maior resultado foi a da mecânica do 4 cilindros: aumentou-se o diâmetro dos cilindros e reduziu o curso dos pistões. Esse motor recebeu o nome de 151 e apesar da pequena alteração da cilindrada (2474cc), houve um considerável aumento de potência. Também foi introduzido o sistema de transmissão automática, sendo opcional para 6 cilindros, e em 1974 se estendia para os veículos 4 cilindros.
 
 
Somente em 1975, o Chevrolet Opala sofre a maior modificação no seu estilo, foram redesenhadas as partes traseiras e dianteiras. O capô recebeu um ressalto central e, para maior segurança, redondos encaixavam-se em molduras quadradas; as lanternas dianteiras foram instaladas na ponta dos pára-lamas; a grade dianteira, pintada em preto fosco, agora apresentava dois frisos horizontais. Instalados na parte traseira, quatro lanternas redondas, as duas internas funcionavam apenas como refletores e seu centro branco como luz de ré. A parte interior também sofreu modificações estilísticas.
A Família continuava a crescer: a perua Caravan chegava ao mercado em 1975. Um projeto iniciado em 1971, apresentado em uma única versão 4 cilindros, a perua Caravan, podia receber opcionais como motor 6 cilindros, transmissão automática, câmbio três ou quatro marchas, direção hidráulica ou outros, à escolha do comprador.
 
Caravan Station Wagon com motor de quatro ou seis cilindros e transmissão automática opcional.
 
Lançou-se simultaneamente, nas versões cupê e quatro portas, o Chevrolet Comodoro que substituiria o Gran Luxo. Intitulado como o carro de maior status da linha, normalmente vinha equipado com motor 6 cilindros de 4.100cc, 184 cv de potência e 4000rpm, carburador de duplo corpo, transmissão manual de quatro marchas (ou automática) e direção hidráulica.
A GMB lançou um carro especial: O cupê 250S, um carro com maior desempenho que satisfez os compradores de modelos esportivos. Sua maior diferença era a preparação efetuada no motor de 6 cilindros, que tinha a relação de compressão aumentada para 8,0:1, comando de válvulas trabalhado e carburação dupla. A potência passou a ser de 153 cv, superior a antiga, desse modo o Opala 250S obtinha a aceleração de 0 a 100Km/h em apenas 10s.
 
 
 
Surgi o Opala em versão básica em duas ou quatro portas de motor 4 cilindros, substituindo os modelos Especial e De Luxo que saia do mercado. O modelo básico estava preparado para aceitar transformações com diferentes opcionais: motor de seis cilindros ou 250S; câmbio de três ou quatro marchas, manual ou automático; e direção hidráulica entre outras modificações. Assim a partir de um modelo básico era possível obter qualquer modelo da linha, desde o antigo Especial até o modelo Comodoro.
Em 1975 os veículos foram equipados ainda com freio a disco nas rodas dianteiras, duplo circuito hidráulico, câmbio de três velocidades na coluna da direção e barra estabilizadora traseira. A mecânica era encontrada em quatro versões: Motor 151básico (4 cilindros, 2474 cc e 90cv); Motor 151 S (4 cilindros, 2474 cc e 98 cv); 250 (6 cilindros, 4098 cc e 148 cv) e 250 S (6 cilindros, 4098 cc e 153 cv).
Manteve-se a produção da linha esportiva mais simples - SS 4 cilindros com motor 151S e SS 6 cilindros com mecânica opcional do 250S, lançado em 1976 para se eternizar na mente dos apaixonados.
Em 1978, apesar de poucas mudanças na linha, a Caravan também ganhou sua versão SS.
Em 1980 é lançado o Diplomata, top de linha, que contava entre outros com direção servo-assistida e condicionador de ar, como item de série. O Diplomata conquista preferência executiva para aqueles que procuravam total conforto sobre rodas.
No ano de 1981, a linha sofre modificações interiores - volante inovado e painel mais atual. Em seguida lança-se a série Silver Star. No ano de 1983 o câmbio de 5 marchas entra no mercado.
 
 
As modificações ganham maior impacto deixando o Diplomata com aspecto mais agressivo - 1985. A estética externa do Diplomata ganha largas molduras laterais e faróis auxiliares de longo alcance. Internamente, instrumentos com novo designer e a evolução elétrica para controles dos vidros e retrovisores.
A nova frente, com faróis trapezoidais e lanternas traseiras por toda a largura do veículo é introduzido nos modelos fabricados em 1988, por dentro o volante de três raios escamoteável em sete posições e opcionais inéditos com alarme sonoro para lanternas e faróis quando ligados, controle temporizado dos faróis e luz interna, vidros elétricos com temporizador e ar condicionado com extensão para o banco traseiro (Para o Diplomata SE estes itens eram de série).
O potente motor 250S a gasolina, somente era oferecido sob encomenda e foi substituído por um modelo alemão, câmbio automático de quatro marchas e bloqueio do conversor de torque.
 
 
 
Ao lançamento do modelo 90 o motor de 4.1 litros, ganhava suavidade em seu funcionamento, potência e menores emissões. Os pistões ganhavam mais leveza e utilizavam bielas mais compridas, as mesmas dos 4 cilindros, resultando em forças laterais menores, agindo sobre os pistões. Foram modificados o carburador, agora Brosol 3E, coletores de admissão e em conjunto com a curva de avanço do distribuidor. Assim, a potência alterava de 135 cv para 141cv nos motores a álcool, e de 118cv para 121cv para os a gasolina.
Pára-choques envolventes e janelas sem quebra-vento, chegaram com o modelo 91, as rodas receberam aro 15, pneus 195/65. Para a mecânica, alterava-se os freios a disco nas quatro rodas e direção hidráulica Servotroni, de controle eletrônico.
 
Caravan Diplomata de 92, espaço, luxo e conforto, aliado a potência e durabilidade do motor Chevrolet.
 
A fabricação do fenômeno da industria automobilistica é encerrada. O último Opala é fabricado, no dia 16 de abril de 1992, saindo de linha a mais poderosa produção de conforto, durabilidade e potência, motivo evidente que deixa até hoje milhares de admiradores, que mesmo após 13 anos o consideram "O Imbatível".
Fonte: Opala Clube


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Mitsuoka Orochi Premium Gold

É difícil definir qual é o padrão de estilo do modelo Mitsuoka Orochi, esportivo japonês que acaba de ganhar a edição “Premium Gold”. Mesmo equipado com um motor V6 3.3 de 233 cv de potência, podemos dizer que o Mitsuoka Orochi é um carro feito para poucos.
O visual é sem dúvida muito diferente de outros modelos esportivos. O Mitsuoka Orochi parece ter sido inspirado por um peixe, com sua grade dianteira que parece uma boca e o capô com um corte em “V” e cheio de buracos. O spoiler dianteiro seria uma espécie de barbatana? No interior, os revestimentos do painel e bancos são em Alcantara.
O motor, um V6 3.3 de 233 cv, é fornecido pela Toyota. A transmissão é automática de cinco velocidades.
Apenas 20 unidades do Mitsuoka Orochi Premium Gold serão produzidas. Para levar essa beleza para a garagem, o interessado terá que desembolsar cerca de R$ 212.100.
Fonte: Carplace


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Volkswagen Phaeton 2011

A Volkswagen apresentou oficialmente no fim do mês passado, o novo Phaeton 2011. O sedan de luxo da marca alemã recebeu o mesmo padrão de design do restante da linha, com novo conjunto ótico com LEDs, nova grade e novos para-choques.
O sedan é grande. O modelo é construído sobre a mesma plataforma do Audi A8, e mede 5.05 metros na versão convencional e 5.18 metros na versão estendida (oferecida no mercado chinês). Associado ao porte, a marca investiu muito no luxo e na sofisticação interna, com mimos como ar-condicionado com quatro zonas individuais e controles no banco traseiro, computador de bordo que contempla sistema de navegação, TV, CD e DVD integrado com um sistema de som de 1.000 Watts de potência.
O novo Phaeton será comercializado com quatro opções de motores, sendo uma versão movida a diesel e três a gasolina. A versão de entrada do modelo é equipada com um modesto propulsor V6 TDI de 240 cv de potência. As versões intermediárias podem ser equipadas com um V6 de 280 cv ou 4.3 V8 de 335 cv. A versão top de linha, que também pode ser chamada de ignorante, é equipada com o motor W12 (12 cilindros em “W”) que entrega 450 cv de potência.
Fonte: Carplace


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Dodge Charger

Lançado em 1966, o Charger era um autêntico musclercar. Baseado no sedan Coronet, o modelo era vendido em cinco motorizações todas com o classico V8, a mais básica contava com um motor V8 5.2 L de 230 CV, já a top de linha, HEMI, trazia debaixo do capô um propulsor 7 litros capaz de desenvolver 425 cavalos de potência.

Três anos o modelo ganhou um nova opção de motorização, V6 3.7 L de 375 CV. Já o design do Dodge Charger era bastante chamativo, o modelo trazia como suas fortes características o capô alongado e traseira curta, o teto era extremamente baixo e as colunas traseiras alargadas, os seus fárois ficavam escondidos. Em fim um legítimo coupe americano. Em 1969, o modelo passou por uma leve reestilização, a principal mudança foi na parte frontal que agora contava com a grade dividida.
O Charger também participou da Nascar, uma da categorias mais famosas do automobilismo, o musclercar recebeu uma série de mudanças aerodinâmicas com a instalação de um aerofólio traseiro e os fárois foram cobertos, destaque também para o enorme aerofólio traseiro. A versão especial era capaz de chegar aos 320 km/h, uma marca que até hoje é bastante impressionante. Por último a série ganhou uma edição especial de rua com produção limitada a 505 exemplares. E aproveitando o sucesso desta versão a Plymouth, decidiu lançar uma versão de rua, batizada de Plymouth Superbird. Este foi um sucesso.
Em 1971, o modelo ganhou uma nova geração, porém devido a crise do petróleo no Oriente Médio, os consumidores americanos começaram a preferir modelos mais econômicos e as vendas do Dodge Charger, foram decaíndo e decaíndo, até que em 1978 ano em que deixou de ser produzido em série.
Semelhante ao que ocorreu com o Chevy Impalla, o Dodge Charger atualmente apenas empresta o seu nome para um sedan que pouco lembra o antigo musclercar. Ele foi lançado em 2006, ele não é um sucesso de vendas nos EUA, atualmente ele corre na Nascar.
Fonte: encontracarros.com


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Porsche 911 GT3 RS

Apresentado em setembro de 2009 no Salão de Frankfurt, o 911 GT3 RS é um dos modelos mais potentes da história da Porsche. O superesportivo é impulssionado por um propulsor V6 3.8 L com 450 CV de potência e traz diversos ajustes e peças vindo dos carros de competição, dai o nome GT3, categoria na qual o modelo compete pelas pistas ao redor do mundo.
O bólido alemão é capaz de chegar aos 100 km/h em 4 segundos, já a velocidade máxima é de 310 quilômetros por hora. Atualmente ele é o terceiro carro mais rápido da Porsche, ele só fica atrás do 911 Turbo (que vai até 315 km/h) e do 911 GT2 RS (superesportivo apresentado no começo do mês que é capaz de atingir 0s 330 km/h). Porém a grande diferença do GT3 RS não esta no seu desempenho, e sim no seu comportamento.
O carro apresenta um comportamento que poucos podem oferecer ao motorista, ou melhor ao piloto, é praticamente como guiar um carro de competição nas ruas, graças ao ajustes mecânicos o 911 GT3 RS está a todo o momento passando e exigindo o máximo de controle do motorista, permitindo um condução mais viceral, ou como a própria Porsche salienta “sem ilusões, nada além da realidade”. O carro te convida a acelerar e a tentar doma-lo, isto sempre ao extremo.
A força dos 450 cv do motor geram até 43 kgfm de torque máximo, que é despejado nas rodas traseiras através de um câmbio manual de seis velocidades.
Outro destaque do 911 GT3 RS, é o interior inspirados nos modelos de competições. Destaque para os bancos esportivos do tipo concha, e o acabamento em Alcatara, presente nos acentos e no volante. O acabamento interno conta ainda com detalhes em fibra de carbono e alumínio escovado.
O design e o interior são semelhante ao de um bólido de corrida, já o conjunto de equipamentos de série, é semelhante ao de um sedan de luxo. De série ele traz controle climático de temperatura, sistema de aúdio de alta potência, um moderno computador de bordo com tela LCD touch-screen de 5 polegadas, Bluetooth, sistema de navegação por satélite e cruise control (piloto automático).
Já  os principais equipamentos de segurança, são controle de estabilidade eletrônico, air bags frontais e laterais para o motorista e passageiro, barras de aço tubular no interior para reforçar a carroceria (repare na foto abaixo). Além disso o superesportivo conta com freios de cerâmica de carbono, equipamento usado nos carros de F1, que bem é mais eficiente do que os convencionais.
No Brasil o superesportivo pode ser adquirido através da importadora oficial da Porsche, a Stturgart Import, porém o 911 GT3 RS é vendido apenas por meio de encomenda, o preço fica em torno de R$ 800,000.
Fonte: encontracarros.com


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