sábado, 3 de dezembro de 2016

BLSR Gladiador


 BLSR Gladiador

Ficha Técnica

Pais: Brasil
Empresa: Grupo inbraFiltro
Tipo de Veiculo: BLSR (Blindado Leve Sobre Rodas)

Dimensões
Peso: 3,5 Toneladas
Comprimento: 4 Metros
Largura: 2,02 Metros
Altura: 1,70 Metros

Tripulação: 2 + 5
Blindagem: NIJ-STD 0108.01 - nível III (proteção de 7,62 e Estilhaços)
Capacidade de Defesa: Quinica, Biológica e Nuclear
Armamento: Depende Do Cliente

Motor: Motor Diesel 2,5 Litros TDI com Intercooler, de 115CV a 3,800Rpm, com torque de 29,0 Mkgf 1,600Rp Hp (KW)
Cambio: 5 marchas sincronizadas a Frente a uma a Ré sincronizada, com rodizia em todas as marchas (12 Marchas)
Peso potencia: 21,5 a 30,43 Kg/Cv
Sistema Elétrico: 24V para equipamentos a 12V para Viatura.
Suspensão: 0,35m altura ao solo
Tração: 4x4

Alcance Operacional: 640 Km (pode ser estendido para 1000km com tanques de gás externo)
Consumo: 8,0Km/l em estrada, 3 a 5Km/l em estrada não pavimentada
Velocidade 120 Km/h
Capacidade de carga: 1.600 Kg

Operadores

BRASIL
Policia Militar do Estado do Paraná
Força Nacional de Segurança Publica


O Blindado Gladiador - Blindado leve sobre s=rodas (BLSR) - Projeto do grupo inbrafiltro foi desenvolvido para o´perações especiais em segurança, na qual as tropas necessitam de proteção e grande mobilidade.

Projetado totalmente dentro das instalações da Inbrafiltro, o blindado Gladiador, tem o conceito monobloco construido em chapas de aço balístico e é dotado de uma blindagem contra munição 7,62 NATO. Estruturado totalmente sobre mecânica Agrale, o Veiculo possui alta mobilidade operacional, ´podendo ainda ser equipado com vários itens defensivos e ou de ataque, com a configuração desejada pelo cliente.

O modelo foi projetado para ter uma autonomia de 640km em rodovia e 400km em terrenos acidentados, sem reboque e sem utilização de reservatórios de combustível suplementares. A carga máxima e da ordem de 1.600 quilos, com capacidade de transportar o motorista e mais cinco soldados.

O Blindado Gladiador possui capacidade para defesa química, biológica ou radiológica, detecção de raio laser sobre a viatura, além de baixa assinatura térmica, de radar e de ruído. Outra característica inclui mobilidade noturna e possibilidade de ser aerotransportado aos pares em aviões C-130 usados pela força aérea brasileira. 

O carro possui seis lançadores de granadas fumígenas dispostos nas laterais do veículo. O Blindado Gladiador tem sido alvo de grande interesse pelas Forças Armadas, bem como pelas diferentes polícias no Brasil. Alguns países também já confirmaram a intenção de compra de várias unidades do veículo, fato este que colocará o Grupo InbraFiltro definitivamente no Mercado de exportação de blindados leves.

Imagens....




 Sensor ELETROMAGNÉTICOS


TUPI 4x4


 
TUPI 4x4 
Viatura Blindada Multitarefa Leve de Rodas


Ficha Tecnica

Desenvolvido: Avibras/Renault Trucks Defense
Comprimento: 5,5 metros
Largura: 2,2 metros
Altura: 2,1 metros
Peso: 8 Toneladas
Motor: 4 cilindros e 218 HP.
Tração: 4x4
Capacidade de transporte (carga): 2,5 Toneladas
Capacidade de transporte (Pessoal): 12 Militar
Blindagem: Proteção balística para até 7,62 perfurante
Proteção Anti-Mina: Chapas de aço com revestimento cerâmico contraminas Stanag nivel 3A
Autonomia: 800 quilômetros
Combustivel: diesel ou querosene aeronáutico e biodiesel
Velocidade máxima: 100 quilômetros por hora
Sistema de Proteção: QNB
Pneus: compensação de enchimento
Armamento:
metralhadora .50 em seu teto
lançador de granadas de fumaça
Equipamentos eletrônicos: computadores, sistemas de navegação inercial, sistemas comunicacionais, Radar,visualizador diurno-noturno, equipamentos Medicos (empregada como ambulância) .. etc
OBS: Pode ser transportado  2 Unidades em cargueiros C-130 ou KC 390

A Avibras, empresa do setor de defesa instalada em Jacareí (SP), apresentou nesta quinta-feira (10), o novo veículo militar ‘Tupi 4×4′. O modelo fabricado em parceria com a empresa francesa Renault foi construido para concorrer na licitação para a renovação da frota do Exército brasileiro. A empresa estima que mil vagas de emprego poderão ser geradas.

O veículo blindado, que pesa 8 toneladas, ainda passará por testes do Exército. O governo federal pretende comprar 30 veículos para missões de paz no Haiti, no Líbano e em àreas urbanas do país, como na pacificação das favelas no Rio de Janeiro. O Tupi pode ser carregado com armas ou pequenas tropas.

Os testes serão feitos até junho. O gerente de negócios da Avibras, Marcos Agmar de Lima, disse que se aprovado, a fabricação do novo veículo pode gerar cerca de mil empregos na região. “A previsão é que gere cerca de 250 empregos diretos e de 750 a 800 indiretos”, disse.

A Avibras preferiu não revelar o valor investido no projeto, que demorou quatro meses para ser concluído. “Acreditamos ter produzido o melhor veículo entre os concorrentes e estamos bem confiantes”, afirmou Lima.

O auge da produção da Avibras foi na década de 80. Nos últimos cinco anos a empresa passou por problemas financeiros e por três vezes houve demissão em massa. Em 2013, a empresa anunciou a assinatura de um contrato de fornecimento de lançadores de foguetes para a Indonésia, um acordo de mais de R$ 900 milhões.
A Avibras Aeroespacial S/A apresenta hoje, na sua unidade de Jacareí, o Tupi, veículo blindado leve, de 8 toneladas para emprego militar.
O equipamento foi desenvolvido pela empresa para participar do processo de seleção lançado pelo Exército Brasileiro, para o programa do blindado Guarani.
O Tupi é uma viatura 4X4, sobre rodas, multitarefa.
A empresa não forneceu detalhes do novo equipamento, mas o gerente de desenvolvimento de negócios da Avibras, Marcos Agmar, disse que o Tupi foi desenvolvido em tempo recorde.
A Avibras se associou à francesa Renault para desenvolver o veículo, que foi batizado de Tupi para fazer uma composição com o Guarani.
O Tupi utiliza chassis da montadora francesa e pode ter emprego múltiplo.
Segundo o executivo da Avibras, a viatura pode transportar até 12 pessoas.
Ela pode ser empregada como ambulância, também carregar radar e até armamento de pequeno porte, como uma metralhadora.
“Ela foi desenvolvida em cinco meses para participar do processo de seleção do Exército Brasileiro”, disse.


família. Especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), Expedito Bastos, disse que no ano passado o Exército Nacional lançou edital para selecionar um veículo blindado leve para compor a família do blindado Guarani.
“É um veículo que deve ser vir de apoio ao Guarani, que terá duas versões uma 6X6 e outra 8X8”, disse Bastos.
Ele relatou que é um processo de seleção internacional e que, possivelmente, deve ter a participação de concorrentes estrangeiros.
O especialista afirmou que a Avibras tem competência para desenvolver blindados.
“O problema da Estratégia Nacional de Defesa é que todos os projetos são para ontem. Então, quando acontece o lançamento de um novo programa, as empresas nacionais têm que se apressar, se associar com estrangeiras para participar do processo”, declarou.

Blindado. No final de março, o Exército Brasileiro recebeu o primeiro lote de 13 blindados Guarani.
Desenvolvido a partir de pesquisas empreendidas por diferentes unidades do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, a família de blindados Guarani está sendo produzida em parceria com a multinacional italiana Iveco, que construiu um módulo industrial para esse fim na cidade de Sete Lagoas (MG).
O Guarani irá substituir as famílias de blindados Urutu e Cascavel (fabricados pela antiga Engesa) e que estão em operação há quase 40 anos nas Forças Armadas.





CBT - Javali



MotorDimensões e Capacidades
3 cilindros turbo diesel com bomba rotativa,
Cilindradas (cm3): 2.940 cc
Potência máxima (cv): 84 cv a 3000rpm
Torque máximo (mkgf): 25,5Kgfm a 1600rpm
Combustível: n.d
Diâmetro e curso (mm): n.d.
Taxa de compressão: 16,1:1
Entre-eixos (mm): 2,10m
Comprimento (mm): 3,5m
Largura (mm): 1,8m
Altura (mm): 1,8m
Bitola traseira (mm):n.d
Bitola dianteira (mm): n.d
Peso(kg): 1650Kg
Carga útil: 750Kg (asfalto) / 
500Kg (off road)
Tanque: 53 litros
DireçãoCarroceria
n.dn.d
FreiosDesempenho
n.dÂngulo de entrada: n.d
Ângulo de saída: n.d
Vão livre: n.d
Travessia de água: n.d.
Rampa máxima: n.d.
Inclinação lateral máxima: n.d.
Diâmetro de giro: n.d.
Consumo Urbano: 13km/l
Consumo estrada: 
17km/l
Velocidade máxima: n.d.
0 a 100 km/h: n.d.
Transmissão
n.d.
Suspensão
n.d
Rodas e Pneus
n.d
GarantiaPaís de origem
n.dBrasil

BMW X5 3.0 / 4.4



MotorDimensões e Capacidades
Cilindros: 3.0: 6 em linha/ 4.4: 8 em 'V'
Cilindradas (cm3): 3.0: 2979 / 4.4: 4398
Potência máxima (cv):3.0: 231 a 5900 rpm / 4.4: 440 a 5400 rpm
Torque máximo (mkgf): 3.0: 30,0 a 3500 rpm / 4.4: 44,0 a 3600 rpm
Combustível: gasolina
Diâmetro e curso (mm): 3.0 n.d. / 4.4: 92 x 82,7
Taxa de compressão: 3.0: 10,2:1 / 4.4: 10:1
Entre-eixos (mm): 2.820
Comprimento (mm): 4.667
Largura (mm): 1.872
Altura (mm): 3.0 1.715 / 4.4 1.707
Bitola traseira: 1.575
Bitola dianteira: 1.575
Peso: 3.0 2.015 / 4.4 2.170
Carga útil: 555 kg
Tanque: 92 litros
DireçãoCarroceria
Tipo: Pinhão e cremalheira com assistência hidráulicaAço estampado, monobloco
FreiosDesempenho
Dianteiros: a disco ventilado
Traseiros: a disco
Ângulo de entrada: 28º
Ângulo de saída: 22º
Vão livre: 180 mm
Travessia de água: n.d.
Rampa máxima: n.d.
Inclinação lateral máxima: n.d.
Diâmetro de giro: 12,1 m
Consumo:
cidade: 3.0 n.d. / 4.4 5,3 km/l
estrada:3.0 n.d. / 4.4 9 km/l
Velocidade máxima: 207 km/h
0 a 100 km/h: 3.0 n.d. / 4.4 7,5 s.
Transmissão
Automática, c/ opção Steptronic (troca manual) 5 marchas mais ré.
Tração: 4x4 permanete
Caixa de transferência: n.d.
Suspensão
Dianteira: Independente, mola helicoidal e amortecedores hidráulicos.
Traseira: Mola helicoidal e amortecedores pressurizados.
Rodas e Pneus
Rodas: Liga-leve 7,5 x 18 pol.
Pneus: 255/55 R18
GarantiaPaís de origem
1 ano sem limite de quilometragemEUA

Mercedes G63 AMG 6x6 Review - Top Gear - Series 21 - BBC

Toyota Hilux ArcticTruck 6x6

Agrale Marruá AM100

Para responder aos novos padrões de emissões, a Agrale simplesmente trocou a motorização do Marruá. Passou a adotar um propulsor Cummins  ISF 2.8 Euro V, norma que serviu de referência para a P7. Mas como as normas do Proconve não são exigidas para veículos militares e em outros países, o Marruá mantém para estes casos a motorização anterior, de custo mais baixo. Trata-se do propulsor diesel MWM Sprint turbo Euro III de 2.8 litros, que gera 140 cv de potência a 3.500 rpm e 36,7 kgfm de torque entre 1.800 e 2 mil giros. Já o novo motor Cummins ISF 2.8 Euro V, que atende ao Proconve P7, é bem mais moderno e eficiente. Ele tem 150 cv de potência – 10 cv a mais –, que aparecem em um regime mais baixo, a 3.200 giros. O torque ficou nos mesmos 36,7 kgfm, mas agora se mantém em uma faixa maior de utilização, entre 1.800 e 2.700 rpm. Sem abrir o capô, a única forma de identificar um Marruá dessa nova fase é examinando o painel de instrumentos, que ganhou um novo desenho e até computador de bordo.



Um computador de bordo não chega a ser um luxo esperado em um Marruá. E, na verdade, foi um efeito colateral benígno do fato de o novo propulsor utilizar vários controles eletrônicos. Para alcançar os níveis de emissões exigidos ele adota o sistema SCR – sigla em inglês para redução catalítica seletiva – que injeta Arla 32 no escape do motor. Este processo é considerado mais seguro, uma vez que é capaz de suportar até um diesel de pior qualidade, com maior teor de enxofre que o indicado, S50.

Na verdade, tudo no Marruá é pensado para “aguentar o tranco”. E nem havia mesmo outro jeito para ser homologado pelo Exército Brasileiro, onde é considerado um veículo para movimentação de tropas. Ele sequer precisa precisa mais enfrentar licitações – tem uma espécie de pré-aprovação. É por conta disso que as chapas da carroceria, por exemplo, têm 1,2 mm de espessura – em carros de passeio, usa-se medidas em torno de 0,7 mm. A capacidade “off-road” também impressiona. A começar pela altura livre do solo, que é de 23 cm na linha do diferencial e 35 cm na altura dos eixos. O ângulo de ataque é de espantosos 61º e a rampa máxima é de 60%. E o utilitário suporta inclinação lateral de até 30º – nos testes práticos, já chegou a 42º. Sem snorkel, o Marruá é capaz de atravessar uma lâmina d’água de 60 cm de profundidade.



Esses números se aplicam às versões civis do Marruá – AM100, AM150, AM200 e AM300. As três usam a mesma motorização e podem ter cabine simples ou dupla, com ou sem caçamba. As diferenças entre as versões são estruturais. O entre-eixos é de 3,10 m no AM100, 3,35 m nos AM150 e AM200 e 3,70 m para o AM300. Já a capacidade de carga é de 3.500 kg para os AM 100 e AM150, 4.300 kg no AM200 e 6 mil kg no AM300. 

Todos têm transmissão 4X2 com roda livre e sistema 4X4 sem reduzida. Os preços desse autêntico “pé-de-boi”, que não traz de série nem ar-condicionado, começam em torno de R$ 130 mil. E ainda assim, para comprá-lo é preciso ir até um concessionário e fazer a encomenda, pois não há unidades para pronta-entrega. Essa é a maior prova da falta de intenção da Agrale em colocar o Marruá para brigar no mercado de varejo.



Primeiras impressões

Lógica implacável
Caxias do Sul/RS – O Agrale Marruá não é para frouxos. Nem para quem busca bons-tratos e delicadezas. Isso fica explícito em cada detalhe do utilitário. A forração das portas e do teto são em chapas plásticas rígidas moldadas, como aqueles que se usam nas costas dos encostos de ônibus e o piso é coberto por uma manta de borracha vulcanizada. Depois de uma sessão “off-road”, pode-se tranquilamente dar uma mangueirada no carro, sem medo de estragar alguma coisa – tem até ralos para escoar a água. O quadro de instrumentos é completo, com conta-giros, computador de bordo e muitas luzes-espia. O desenho do painel segue uma impecável lógica de praticidade, sem preocupações com design.

Em meio a todo estoicismo do Marruá, encontra-se algum conforto nos bancos, firmes na medida correta, e no grande espaço interno, inclusive na ótima altura livre do habitáculo. Na versão testada – AM100 cabine dupla com caçamba para cinco passageiros – há um vão entre os dois assentos dianteiros de cerca de meio metro, ocupado por um assento extra na versão para seis pessoas. Mas a mesma filosofia pragmática volta a ser aplicada ao exterior do veículo. Para-lamas, portas, caçamba e vidros são retos, sem detalhes. As dobradiças das portas são externas, sem firulas nem acabamentos esmerados. O capo ainda apresenta dois grandes vincos, que só têm mesmo a função de ganhar altura na área do motor. A função da carroceria é reduzida ao básico. Ou seja: cobrir e proteger os ocupantes, as entranhas do veículo e nada mais.



Em movimento, o Marruá continua na sua aparente falta de poesia. Não há maiores preocupações em filtrar as irregularidades do solo. Menos ainda de bloquear a entrada de ruídos. Ele também não se mostra muito afeito a encarar mais ousadamente as curvas. A direção hidráulica só alivia mesmo o peso em baixas velocidades, para manter a boa manobrabilidade. Já a pega do volante é agradável, mas o câmbio é um clássico queixo-duro, com engates bem secos. Nada que instigue uma condução mais esportiva. Por outro lado, consegue manter um bom ritmo de viagem, mesmo que a estrada seja sofrível. Nesse quesito, em relação à diversão, quanto pior melhor.

Depois de alguns quilômetros de estrada de terra, o AM100 chegou à trilha usada como campo de provas, nos arredores de Caxias do Sul. É um trecho com pedras, buracos, valões, rio e barrancos. E é aí que no Marruá se sente em casa. Antes de encarar o trecho mais pesado, é preciso descer do jipe e engatar a roda-livre – uma trava engata o cubo das rodas dianteiras ao eixo de tração. Depois disso, é preciso acionar a alavanca que acopla o 4X4.



O Marruá não tem reduzida. A primeira marcha, que tem uma relação de velocidade/rotação curtíssima, de aproximadamente 7 km/h/1000 giros, funciona como marcha-trator. Numa descida acentuada, o freio-motor mantém a velocidade baixa, sem que seja preciso utilizar o freio. Esta marcha-trator credencia também o utilitário a encarar rampas bem íngremes e subir barrancos – no que se vale também do excelente ângulo de ataque, de 61º.

A grande altura livre para o solo simplifica a transposição de obstáculos, como pedras e pequenos troncos. As travessias de lâminas d’água também são bem facilitadas. Todas as características do Marruá atendem à lógica de buscar o máximo de desempenho em situações fora-de-estrada, com simplicidade e robustez. Essa grande capacidade “off-road” do utilitário da Agrale tornaria bastante perdoável a falta de conforto e requinte. Não fosse, claro, o preço salgado. Para isso, o mercado não tem perdão.



Ficha técnica

Agrale Marruá AM100 CD

Motor: Diesel, dianteiro, longitudinal, 2.800 cm³, com quatro cilindros em linha, turbo com intercooler, duas válvulas por cilindro. Injeção direta de combustível do tipo common-rail.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração 4X2 com roda livre e 4X4 acionada por alavanca.
Potência máxima: 150 cv a 3.200 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: n/d.
Velocidade máxima: 128 km/h.
Torque máximo: 36,7 kgfm a entre 1.800 e 2.700 rpm.
Diâmetro e curso: 94 mm X 100 mm. Taxa de compressão: 17,5:1.
Suspensão: Dianteira com barras longitudinais e transversais com barra Panhard. Traseira por eixo rígido com molas helicoidais. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 235/85 R16.
Freios: Discos sólidos na frente e tambores atrás. Não oferece ABS como opcional.
Carroceria: Picape cabine dupla sobre longarinas com quatro portas e cinco lugares. Com 4,72 metros de comprimento, 2,18 m de largura, 2,01 m de altura e 3,10 m de distância entre-eixos. Não oferece airbags frontais como opcional.
Peso: 2.500 kg com 1.000 kg de carga útil. 
Tanque de combustível: 72 litros.
Capacidade off-road: Ângulo de ataque 61°, ângulo de saída 31º, capacidade de subida de rampa de 60% e altura livre do solo de 23 cm.
Produção: Caxias do Sul, Brasil.
Lançamento no Brasil: 2003.
Itens de série: Ar quente, protetor de carter, protetores de lanternas.
Preço: R$ 130 mil.
Opcionais: Ar-condicionado, grade de proteção da janela traseira, vidros e travas elétricas, alarme e guincho elétrico.